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LANZONI RETRO REVIEW N°9 - Mortal Kombat

Chapas, amigos. Depois de um hiato de alguns meses, Lanzoni Retro Reviews está de volta! Depois de uma grande cobertura do maior evento de games do mundo, a E3 2010, analisei as novas propostas de jogos que irão sair e dentre eles resolvi avaliar um grande clássico que ganhará roupa nova este ano. Trata-se do grande clássico-mor Mortal Kombat.


Nascido nos Arcades em Outubro de 1992 e posteriormente ganhou milhares de versões para todos os “consoles do mundo”, Mortal Kombat revolucionou uma legião de jogadores que esperavam um jogo de luta mais sanguinolento do que se eterno rival Street Fighter, proporcionando violência apelativa sem limites e um ótimo calmante para jogadores estressados (ou não haha), mas vamos aos tópicos então.

 História: Muito conhecida por todos pelos seus inúmeros filmes e revistas que a retrataram na época, ela conta sobre um mundo chamado OutWorld, onde deuses e humanos lutavam para ter o poder dos Elder Gods, como o de sugar almas, ai chegamos ao vilão do jogo: Shang Tsung. E misteriosamente abre-se um portal para o reino da terra onde o próprio Shang, que é feiticeiro do vilão do segundo jogo da série, Shao Kahn, é responsável pelo torneio entre OutWorld e EarthRealm chamado Mortal Kombat. Uma história que é plagiada mais tarde por um outro ótimo jogo de luta chamado Tekken e seu King of Iron Fist Tournament. Os personagens são os seguintes:

Johnny Cage, ator de cinema e também um mestre nas artes marciais;

Kano, mercenário e líder do clã criminoso conhecido como Black Dragon;

Rayden, Deus do Trovão e protetor do reino da Terra;

Liu Kang, treinado pela White Lotus Society e mandado para o Templo da Luz para derrotar Shang Tsung;

Scorpion, um espectro de um ninja que procura vingança pela morte do seu clã;

Sub-Zero, enviado pelo clã Lin Kuei para matar Shang Tsung durante o torneio;

Sonya, que entrou no torneio para conseguir prender o perigoso assassino, Kano;

E os secretos Reptile, Goro e Shang Tsung o vilão do jogo. Basicamente uma história bem atraente para a época e a desculpa perfeita para algumas horinhas de pancadaria.

Jogabilidade: Amigos, vocês não imaginam a minha satisfação de falar da jogabilidade deste jogo. SENSACIONAL. Combinações de poderes como a “bicicleta” de Liu Kang,o gancho de Scorpion, o gelo de Sub-Zero, o soco entre as pernas dado por Johnny Cage, entre outros, vicia o jogador e principalmente no modo de dois jogadores, graças a sua variedade e seu nível de desafio dos golpes para uma jogatina perfeita. Sem falar que era uma glória para o jogador executar o Fatality e a imersão era imensa. Um jogo que serviu de base para muitos jogos atuais de luta. E também vale a citação de um modo de jogo , Test Your Might, que era muito divertido e engraçado testar sua força pra quebrar uma madeira, um ferro ou afins.

Gráficos: contamos com gráficos digitalizados de atores reais onde muita gente adorou na época, mas para mim foi algo esperado, devido ao avanço que na época estava por vir. Me surpreendeu mais o Mortal Kombat 2 do que este jogo , mas vou salientando que o jogo é bonito e com animações atrativas mas nada de muito superior nos consoles, porém no Arcade a resolução é bem melhorada e o jogo fica mais bonito e trabalhado. Preferia o Street Fighter 2 porcão e carismático mesmo naquela época.

Som: Inovador! Os gritos de sofrimento, as partes engraçadas como levar um soco entre as pernas de Cage, o “Get Over Here” de Scorpion e o grito do agarrão “Elebobaae” do Raiden nunca serão esquecidos pelos ávidos jogadores da série. E nem mesmo por mim e também vale citar as musicas orientais das fases, muito caprichadas e seus efeitos sonoros também arrasadores como o FINISH HIM e o famoso “Liu Kang Wins”.

Considerações Finais: Mortal Kombat é tudo isso: Divertido e exagerado; engraçado e muito estressante; desafiante e viciante. Um jogo que virou marco de nossas vidas e de nossos fliperamas e que a Warner Bros este ano nos agracia com um remake talvez desta versão com tudo o que nos surpreendemos em épocas de 92/93 e mais um pouco. Mas sempre vale citar que a versão de Arcade é bem superior que as de console, principalmente a de Super Nes que ganhou a 8° pior conversão de todos os tempos de jogos. Um abbayo a todos e até o próximo Retro Review chapas e dúvidas ou sugestões e principalmente críticas comentem aqui ^^.

2 years ago

July 15, 2010
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