CHRONO CROSS – LANZONI RETRO REVIEWS N° 7

Chapas amigos SUPER CONTROLERS! Cada estou eu oferecendo mais uma aula didática de como apreciar os games antigos. E nesta semana selecionei um game que para mim faltam elogios para defini-lo, porém colocarei ”ismo mode” em off e usarei a imparcialidade para analisar esta obra prima da SquareSoft (grandes tempos desta softhouse) chamada Chrono Cross.

É a seqüência do jogo Chrono Trigger, que foi lançado em 1995 para o Super Nintendo. Diferentemente do “Dream Team” responsável por seu predecessor, Chrono Cross foi desenvolvido principalmente pelo roteirista e diretor Masato Kato e outros programadores que participaram do desenvolvimento de Chrono Trigger, incluindo o diretor de arte Yasuyuki Honne e o planejador de som Minoru Akao. Yasunori Mitsudafoi responsável pelas composições de Chrono Cross enquanto Nobuteru Yūki ficou a cargo do design dos personagens. O jogo saiu dia 18 de Novembro de 1999 no Japão e em 15 de Agosto de 2000 nos Estados Unidos para PlayStation.
Mas vamos ao que interessa.
A história é um pouco confusa porém, quem jogou o seu predecessor não ira se sentir tão perdido.
Ela se passa no arquipélago de El Nido e conta a história de Serge, um rapaz que
em uma outra dimensão acabou perdendo a vida, criando dois futuros alternativos respectivamente e ele parte em busca da verdade sobre seu passado e o porque destas dimensões existirem. Ele conhece a ladra pirata Kid e partem para um longa jornada atrás da Frozen Flame, um artefato original de Lavos, o parasita que quase destruiu o mundo em Chrono Trigger.
Para poder entender precisamente e não ficar perdido, recomenda-se a obrigatoriedade de jogar até a parte de Fort Dragonia, onde verdades são explicadas e o real objetivo da história de Serge é revelado, lhe puxando cada vez mais para este universo virtual intrigante e imersivo.
De jogabilidade simples, mas de um pouco de dificuldade nas batalhas, faz o bom uso do Dual Shock até mesmo nas CGS quando ocorrem explosões ou terremotos, dando total imersidade ao jogo.
Ele conta com um inovador sistema de batalha, introduzindo o sistema de Elemental Field e de Combos a là seu antecessor e de extrema importância para invocações posteriores e uso dos elementais.
Os menus são de um design sem igual, coloridos como se fossem a dedo e com animações soberbas dos personagens em seus perfis, auxiliam e muito no bom entendimento de uso das magias durante as batalhas.
Graficamente falando, estamos diante de um dos melhores gráficos do PlayStation com lindíssimas animações, belos cenários litorâneos, character design super trabalhado isso levando em conta a limitação que o PlayStation possuía na época e o pré-surgimento do PlayStation 2.
Além dos vários cenários desenhados, a Squaresoft também acrescentou digitalmente vários movimentos de plantas, de vento e de animais, e também movimento aos cenários pré-renderizados do jogo.
E o som se resume em um nome: Yasunori Mitsuda.
Graças a este sujeito ele possui uma das 5 melhores trilhas sonoras já existentes na história do video game (não me espanquem é a verdade pessoal) desde baladinhas de violão, até arranjos orquestrados e também a presença de músicas cantadas comoRadical Dreamers (nome de um jogo raro para Super Nes com premissas de Chrono Cross) e o tema de batalha épico porém não cantado The Brink of Death que nos presenteiam com uma bela sinfonia.
Chrono Cross é tudo e mais um pouco do que a critica aclama (como GameSpot que deu 10 ao jogo, IGN que deu 9,7, EGM que deu um Gold Award, e a Famitsu que ele deu um 36/40) um belo jogo a ser jogado e re-jogado pois possui mais de 10 finaise grandes surpresas da trama.
Fica a dica para vocês pesquisarem a história de Glenn e de Guile, personagens com passado ligado a Chrono Trigger.
NOTA: 9,8.
Por favor Square, volte a seus tempos áureos e faça sequencias não só deste, mas de seus vários jogos queridos de PlayStation e Super Nes qe fizeram muito sucesso nas suas épocas.
Um Abbayo e fiquem ligados daqui a duas semanas a mais um Retro Reviews do Lanzoner^^.


























